Qual é o melhor navegador do mercado? (Parte I)

A guerra dos navegadores continua acirrada após o lançamento – quase simultâneo – das últimas versões do Internet Explorer, do Firefox, do Opera e Google Chrome. Os gigantes estão cada vez mais fortes, mais rápidos e mais bonitos… Tanto que, escolher qual usar virou um trabalho difícil.

Para ajudar você na decisão, preparamos um comparativo dos navegadores mais populares: Internet Explorer 9, Mozilla Firefox 4, Google Chrome 10, Safari 5, Opera 11 e, surpresa: o RockMelt, especialmente para a galera que curte redes sociais.

Vamos aos três primeiros!
(Nota: Para ler a segunda parte, clique aqui)

Opera, muito mais do que um navegador

Por que escolher o Opera?
O Opera é o browser das pessoas que querem estar um passo à frente no que diz respeito à inovação e criatividade. Foi o pioneiro em trazer funções que, atualmente, estão em quase todos os navegadores: gerenciador de downloads desde 1998, navegação por abas em 2000… Está procurando um navegador completo, multiplataforma e capaz de antecipar-se ao futuro? A nossa recomendação é o Opera.

O que você deve saber sobre o Opera?
Quando apareceu, lá no ano 1996, os seus concorrentes eram o Mosaic e o Netscape. Apesar de ser o único do trio que sobreviveu depois do surgimento do Internet Explorer, o Opera está longe de ser um dinossauro. Pelo contrário: continua lider em inovação e tem versões específicas para celulares e tablets.

O que o Opera tem que falta aos outros navegadores?
Faz tempo que os outros browsers copiaram o sistema de extensões e abas do Opera, mas o navegador ainda é diferente dos outros. Por exemplo: a biblioteca de widgets contém dezenas de mini-aplicativos que rodam de forma independente no seu desktop.
Por outro lado, a tecnologia Unite permite transformar seu navegador em um servidor para compartilhar fotos, música em streaming e outros arquivos.

Razões para não escolher o Opera
O Opera é bom, mas não é para qualquer um, isso é verdade. A interface não é das mais simples e a abundância de recursos e funções pode, às vezes, atrapalhar mais do que ajudar.

Google Chrome, simples, rápido e eficiente

Por que escolher o Google Chrome?
Sem dúvida, esses são os três adjetivos que melhor definem o Google Chrome. Com a mesma filosofia do motor de busca Google, o navegador da casa obtém a melhor nota nos testes que avaliam a performance dos browsers (Acid3, HTML5 Test…). E, como se isso não bastasse, o Google Chrome é um dos mais seguros.


O que você deve saber sobre o Google Chrome
Apesar de ser o mais novo da família de navegadores grandes, o Chrome já ultrapassou o Opera e o Safari em número de usuários e conquistou, de 2008 até hoje, cerca de 20% do mercado. As atualizações são muito frequentes (uma por mês, em média) e conta com o marketing e o apoio do gigante Google.

Apesar de não ser de códigio aberto, o projeto Chromium distribui o código do browser. Falta saber qual será o futuro do Chrome depois do lançamento do sistema operacional do Google, que deverá potenciar a utilização de aplicativos e serviços online.

O que o Google Chrome tem que falta aos outros navegadores?
A grande inovação do Google Chrome é, sem dúvida, uma interface simples com um design limpo e moderninho. A velocidade e a facilidade para rodar todos os tipos de páginas são os outros pontos positivos do Chrome.

Razões para não escolher o Google Chrome
O Google Chrome coleta dados enquanto você navega com fins comerciais. Eis um dos poucos motivos que conseguimos encontrar para deixar de usar o navegador mais rápido do mercado. A Chrome Web Store parecia muito mais interessante na teoria do que na prática: há muito aplicativo lixo que não serve para nada.

Firefox, o navegador minimalista

Por que escolher o Firefox?
Se você acha que sobra muita coisa no visual dos navegadores, o Firefox 4 é o seu browser. Minimalista, acaba com barras, botões e menus supérfluos, concentrando tudo em um único botão. A instalação de extensões está melhor, assim como, a visualização de sites abertos com o recurso “Panorama”. No quesito técnico, destacam-se a aceleração gráfica por hardware e a compatibilidade com as novas tecnologias CSS3, HTML5 e WebM.

O que você deve saber sobre o Firefox
Antes de ser uma raposa, o Firefox foi um pássaro de fogo. Phoenix e Firebird foram os primeiros nomes do browser da Mozilla, que lançou a versão 1.0 oficialmente em novembro de 2004. Nessa altura, o Internet Explorer era o navegador mais popular. Hoje, o Firefox é o segundo browser mais usado no mundo, com uma fatia de quase 25% do mercado.  Certeza que o sistema de abas e extensões, o gerenciador de downloads e o modo de navegação privada são algumas das razões que explicam tal sucesso.

O que o Firefox tem que falta aos outros navegadores?
Livre, multiplataforma e com atualizações muito frequentes, o Firefox não é o único browser com extensões, mas continua sendo o que possui maior número e mais variedade. Centenas de colaboradores desenvolvem e publicam novos add-nos de forma regular. Pode procurar que, com certeza, alguém já criou a extensão que você precisa.

Razões para não usar o Firefox?
A última versão deixou o Firefox mais lento e, com alguma frequencia, trava ou demora demais para responder. Mesmo assim, o Firefox continua sendo um dos favoritos aqui no Softonic: open source, 100% personalizável, sempre atualizado e seguro. Quer mais?

Para ler a segunda parte do artigo, clique aqui:
Qual é o melhor navegador do mercado (Parte II)

1. Faz tempo que os outros browsers copiaram o sistema de extensões e abas do Opera, mas o navegador ainda é diferente dos outros. Por exemplo, na biblioteca de widgets, que contém dezenas de mini-aplicativos que rodam de forma independente no seu desktop.

Por outro lado, a tecnologia Unite permite transformar seu navegador em um servidor para compartilhar fotos, música em streaming e outros arquivos.

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